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quinta-feira, 4 de julho de 2019

London Detective Mysteria [PRÓLOGO] #1




Se tiverem problema com o tamanho é só irem no youtube. Eu tava com preguiça de o torna texto então...resolvi postar mesmo em vídeo e também acho melhor assim do que em textos sem as vozes de nossos amados :`)
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domingo, 23 de dezembro de 2018

Você é Tão Provocador - PARTE 1 - (Ikemen Sengoku Evento)

Oi pessoal! Como estão? 😊

Sentem e respirem que lá vem textão explicativo!😅

Esse foi um evento de coletar pontos para conseguir as mini-histórias, que teve somente as histórias de 3 personagens: Mitsuhide, Kenshin e Masamune (os provocadores mais maldosos do jogo huahuahua.😆)

No entanto, eu tenho que pedir mil desculpas pra vocês, pq não consegui a história do Masamune. Faltaram só 5 pontos pra eu poder pegar a história dele, mas o evento acabou antes de eu conseguir esses pontos. 😭

Estou procurando na net se tem algum vídeo da mini-história dele pra eu poder traduzir, mas até agora não encontrei. 
Eu tenho somente alguns prints de umas cenas mais interessantes.😏 São poucos, maaaaaaassss vale a pena eu acho, principalmente pra quem é fã do Masamune.
Se vocês quiserem posso postar esses prints, (com a autorização da proprietária) junto com a tradução.
Deixem um comentário pra eu saber se vocês tem interesse. ^_^ 

O restante das gravações foram feitas por mim, na minha conta principal, então na tradução a MC se chama Liriel, que é o nome da minha personagem, pra caso alguém for acompanhar com o vídeo. 😉

Espero que gostem, e desculpem o texto enorme. 
Agora vamos para o que interessa. 😁  

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 * Batalha do Maior Provocador *

Parte 1







Quando alguma coisa sacudia o castelo de Azuchi, sempre vinha sem avisar.

Sasuke: “Ei, Liriel! Desculpa por avisar de última hora, mas—“

Sasuke: “Eu quero organizar a batalha do maior provocador.”

Liriel: “Hum, é, isso realmente foi de última hora.”

Quando Sasuke saiu do meu teto aquele dia, ele me mostrou um olhar descolado.

(Tem tanta coisa errada com o que ele acabou de dizer, eu não sei nem por onde começar. Eu acho que vou ter que resolver um problema de cada vez.)

Liriel: “Primeiro de tudo, o que é a batalha do maior provocador?”

Sasuke: “Permita-me explicar.”

Sasuke: “Eu aprendi que em muitas comédias românticas e quadrinhos românticos a heroína fica com um homem bonito que era maldoso com ela no começo.”

Sasuke: “E isso me inspirou a investigar qual lorde guerreiro desagradável as mulheres achariam mais sedutor.”

(Hã? Como sempre, Sasuke aparece com as idéias mais estranhas.)

Sasuke: “Oh, então, os participantes serão os lordes dos castelos Azuchi e Kasugayama.”

Liriel: “Aham, eu meio que desconfiei.”

Sasuke: “Eu sabia que você entenderia, Liriel. Você se adaptou à vida no período Sengoku tão bem.”

Liriel: “Obrigada, eu não teria feito isso sem sua ajuda, Sasuke.”

(Eu devo muito a ele, então o mínimo que eu posso fazer é ceder às suas idéias malucas. E eu to meio que animada pra ver o que esse jogo estranho tem pra oferecer.)

Liriel: “Mas como eles devem competir pra ver quem é o melhor em provocar?”

Sasuke: “Bem, eles vão fazer o melhor pra serem maldosos com você.”

Liriel: “Hã, comigo?”

Sasuke: “Sim. Não se preocupe, eu disse a eles que não era pra fazer nada perigoso ou nada que você realmente não goste.”

(Oh, bom. Eu tenho tanta certeza que eles vão ouvir.)

Sasuke: “Uma vez que todos tiverem sua vez, nós vamos discutir os resultados juntos e decidir um campeão.”

Liriel: “Então, todos tem um voto?”

Sasuke: “Sim. De qualquer forma, eu sei que isso é repentino, mas você poderia sair do seu quarto e se dirigir à sala de audiência agora?”

Sasuke: “Nós estaremos tentando te provocar durante o caminho, então se prepare.”

Liriel: “Ok, entendi.”

Sasuke: “Boa sorte!”

Quando concordei, Sasuke escapou pela janela e me deixou sozinha.

(Ok. Hora de ir, eu acho.)

Respirando fundo pra me preparar, eu pisei no corredor.

(Ah!)

Assim que virei a esquina, eu bati de frente com duas pessoas vindo na direção oposta.

A colisão me empurrou pra trás, mas braços fortes me pegaram antes que pudesse cair.

Yukimura: “Ei, olha por onde anda!”

Kennyo: “De fato. Seja cuidadosa, garota.”

Liriel: “Oh, Yukimura e Kennyo. Me desculpa por isso.”

Eles estavam cada um me apoiando com um braço, mas eu rapidamente me endireitei e me afastei.

Yukimura: “Você não pode sair dessa com uma simples desculpa. Não quando você está sempre andando com a cabeça nas nuvens.”

(Espera, isso é parte da competição de provocação? Mas os dois me pegaram—eles não deveriam ter me deixado cair?)

Kennyo: “Então, eu suponho que você anda lá fora não prestando atenção também?’

Kennyo: “O que você faria se pisasse em uma flor pequena, inocente?”

(Hm? Nós estamos falando sobre flores agora?)

Yukimura: “Espera aí, Kennyo.”

Yukimura: “Quando foi que o tópico mudou para flores? Você é realmente ruim em comprar brigas.”

(É, eu tenho que concordar.)

Kennyo: “Não seja bobo. Essa é uma questão séria.”

Kennyo: “Enquanto isso, eu vi você se segurar quando trombou com a Liriel para que ela não se machucasse.”

Liriel: “Então—você na verdade estava sendo legal comigo?”

(Que doçura--?)

Yukimura: “Uh! Eu não!”

Yukimura: “Oh, esquece isso. Apenas siga seu caminho.”

Liriel: “Uh, claro. Obrigada.”

Kennyo: “Tenha cuidado—Na verdade, não, não tenha cuidado. Apenas continue.”

Liriel: “Ok!”

(Kennyo e Yukimura são bons de coração. Eles não estão acostumados a serem provocadores maldosos.)

Eu tinha começado a gostar desse jogo bobo enquanto eu acenava pra eles e continuei no meu caminho.

Poucos minutos depois—

(Hm? Aquele parece--)

Kenshin: “Demorou demais, Liriel.”

Liriel: “Kenshin!”

Eu parei na frente do Kenshin, que estava parado bem no meio do corredor.

Liriel: “Então, eu suponho que você vai tentar me provocar hoje também?”

(Eu sinto que ele vai levar a provocação um pouco longe demais.)

Kenshin: “Naturalmente.”

Liriel: “E como, exatamente, você vai fazer isso?”

Kenshin: “Se você está tentando aborrecer alguém, a melhor coisa a se fazer é impedir seus planos.”

Kenshin: “Essa é a oportunidade perfeita. Eu vou tirar sua liberdade prendendo você.”

(Isso vai mais além do que eu imaginei!)

Liriel: “Espera um segundo. Que parte disso é algo ‘perfeito’?”

Um leve sorriso apareceu em seu rosto, Kenshin pegou meu braço.

Kenshin: “Você não precisa saber disso.”

(E agora?)

Logo quando parecia que eu não tinha escolha a não ser ir com ele, Kenshin congelou.

Kenshin: “Hm! Isso é—“

Franzindo a testa, ele olhou para seus pés.

Liriel: “Ah, espinhos de solo.”

(Eu sabia a quem esses pertenciam!)

Sasuke: “Kenshin, estou te dando um cartão amarelo.”

Liriel: “Sasuke.”

Removendo um painel do teto, Sasuke pulou e entrou no meio entre Kenshin e eu.

Kenshin: “O que é um—‘cartão amarelo’?”

Sasuke: “É um aviso de que você foi longe demais com sua provocação e corre o risco de ser desqualificado.”

Kenshin: “O que quer dizer com eu fui longe demais?”

Sasuke: “Em tempos menos devastados pela guerra, sequestro e falso aprisionamento são crimes.”

Kenshin: “Eu não tenho idéia do que você está falando, mas pra mim parece que você está confundindo as coisas.”

Apesar de ter resmungado, Kenshin se afastou de mim.

(Estou contente pelo Sasuke ter interferido ali!)

Kenshin: “De qualquer maneira – esses espinhos de solo nem mesmo machucam quando você pisa neles, sabe?”

Kenshin: “Parece que você está precisando melhorar suas habilidades em fazer armas, Sasuke.”

Sasuke: “Eu estava planejando usar eles para provocar a Liriel, então eu os fiz macios de propósito.”

Liriel: “Oh, verdade? Obrigada pela sua consideração.”

(Se eles não são espinhos reais, eu não vejo como isso contaria como uma provocação. Sasuke é muito legal pra ser maldoso.)

Shingen: “Puxa vida, você todos não tem jeito.”

Shingen: “Provocação frouxa como essa não é como você captura o coração de uma deusa!”

Liriel: “Shingen!”

Kenshin: “De que buraco você saiu?”

Shingen: “Isso não é uma coisa muito legal de dizer.”

Shingen: “Eu só estava passando e aconteceu de eu ouvir sua pobre tentativa de provocar.”

Sasuke: “Isso significa que você veio com algo mais impressionante, Shingen?”

Shingen: “Veja você mesmo.”

Quando Shingen se virou pra me olhar, um sorriso sensual apareceu em seus lábios.

(Eu sinto que as coisas vão ficar perigosas--)

Eu dei uns cuidadosos passos para trás até minhas costas ficarem pressionadas contra a parede.

(Oh-oh, Eu acabei de me encurralar em um canto.)

Shingen: “Ei, onde você pensa que está indo?”

Eu não pude evitar meu coração de acelerar quando Shingen colocou sua mão na parede ao meu lado,

E seu sorriso se aproximava mais e mais.

Shingen: “Eu não vou deixar você ir adiante. Eu vou mantê-la aqui em meus braços. Então você vai estar em uma real provocação.”

Shingen: “O que você faria se eu dissesse isso?”

Kenshin: “Eu te mataria.”






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quarta-feira, 6 de setembro de 2017

OZMAFIA - Rota Caramia (vs. Kyrie) - Parte 1




Oi gente, td bem? 😃
Antes de começar com a tradução eu só queria dizer umas coisinhas: 

1- Vou começar pela rota do Caramia, fazendo as escolhas que levam ao triângulo amoroso com o Kyrie e os finais possíveis. (Depois eu faço a rota dele com as escolhas que levam ao triângulo com o Axel.) 
2- Eu vou dividir a tradução em partes, porque tem muuuuita coisa e assim também consigo postar com mais frequência. 
3-Quando tiver esse símbolo: ♦ vai indicar as transições de tela e logo depois eu especifico o cenário que está (se mudar), para ficar mais fácil acompanhar. 😉

Acho que por enquanto é só isso,
Vamos lá! 


 ** Na tela de escolha após o prólogo, selecione Caramia.**


(Cenário: mansão de Oz – hall de entrada)

Fuka: “ O que eu devo fazer..?”

Ela parou de andar de olhou ao redor.

Seus olhos acompanharam a escada até a parte acima do teto. Ela ergueu um pouco a cabeça enquanto olhava para o segundo andar.

Fuka: “Se eu me lembro bem, no segundo andar...”

O escritório fica no fim do corredor.

Ela se lembrou de Caramia ter mencionado que os quartos ao longo do corredor eram particulares.

Fuka: (Talvez eu vá ver o Senhor Caramia.)


(Cenário: corredor da mansão)

Fuka: “Senhor Caramia, você está aí?”

Caramia: “Sim. A porta está aberta. Por favor, entre.”


(Cenário: Quarto do Caramia)

Fuka: “Olá Senhor Caramia.”

Caramia: “Algo errado? Alguma coisa esta te incomodando?”

Opções:
1- Eu não tinha nada pra fazer...
2- Eu só queria passar um tempo com você. (escolhida) 

Fuka: “Eu só queria passar um tempo com você.”

Caramia: “Haha, verdade? Bom, bem vinda a minha toca secreta.”

Caramia: “Se isso a fizer feliz, senhorita, então...Bem, é óbvio não é?”

Caramia: “Devo pegar uma cadeira de lá de baixo?”

Fuka: “Oh, não, não se preocupe com isso!”

Caramia: “Oh, mas eu me preocupo. Você é uma hóspede muito especial, senhorita.”

Caramia: “Eu acho que vou ter que estar preparado para você da próxima vez então. Por agora, apenas sente-se onde preferir.”

Fuka: “Ok, eu irei.”

Caramia sorriu antes de abaixar o olhar.

Ele estava segurando um livro vermelho.

Fuka: (Hmm...)

Ela se sentou na cama e observou Caramia.

Caramia: “...Que? Tem alguma coisa no meu rosto?”

Fuka: “...Senhor Caramia, você tem problemas de visão?”

Caramia: “Problemas de visão?...Oh, isto?”

Caramia: “Não é particularmente ruim. Eu só uso eles quando estou lendo. Pode-se dizer que é apenas por hábito.”

Fuka: “...é meio espantoso ouvir que você é um leitor tão ávido, senhor Caramia.”

Caramia: “Que? Pareço mais o tipo que fica praticando corrida lá fora?

Caramia: “Desculpa te desapontar, mas esse cara aqui prefere ler.”

Fuka: “Que tipo de livros você lê?”

Caramia: “Praticamente tudo. Um Don precisa se manter informado sobre todo tipo de assunto.”

Caramia: “Apesar de que não sou páreo para Kyrie nesse setor.”

Caramia: “Você gosta de ler, senhorita? Oh...você consegue ler?”

Fuka: “Hum...sim, eu acho que consigo ler.”

Caramia: “Oh, bem, isso é bom. Eu acho que você só não tem memórias do seu passado, mas a amnésia não esta afetando outras faculdades.”

Caramia: “...O livro que estou lendo agora é sobre amnésia.”

Caramia: “Pensei em fazer alguma pesquisa sobre formas de recuperar a memória, mas...”

Fuka: “...parece complicado.”

Caramia: “Sim. Não achei nada útil ainda.”

Caramia: “...Eu me pergunto como é perder a memória. Não posso nem imaginar isso.”

Fuka: “Hum...parece meio que estar vazia.”

Caramia: “Vazia?”

Fuka: “Sim. Simplesmente não há nada ali, então não há com que eu possa me preocupar em primeiro lugar.”

Fuka: “Talvez seja isso. Encontrar todas essas pessoas novas tem sido muito divertido.”

Caramia: “Entendo...você com certeza é otimista, senhorita. Eu acho que essa é uma boa perspectiva para se ter.”

Caramia:  “Eu vou fazer o que posso para recuperar suas memórias, então fique calma e se anime.”

Fuka: “Eu irei!”


(Cenário: Escritório da mansão)

Caramia: “...vazia, huh?”

Kyrie: “Falando sobre seu próprio crânio?”

Caramia: “Não. Estou falando sobre a senhorita.”

Kyrie: “Caramia...Como ousa falar algo tão cruel sobre uma mulher?”

Caramia: “Hey, não entenda errado. Não me olhe assim! A senhorita disse isso sobre ela mesma.”

Kyrie: “Ela disse? Bem, sim...ela não parece particularmente esperta.”

Caramia: “Hey! Você não acabou de dizer algo muito mais cruel?”

Kyrie: ”Está tudo muito bem. Ela não está aqui agora. Então, o que ela quis dizer exatamente com ‘vazia’?”

Caramia: “Sobre a ausência de memória. Ela disse que sua mente esta vazia, então ela não se sente preocupada e acha que a novidade de tudo isso é divertido.”

Kyrie: “...Novidade, huh? Que invejável.”

Caramia: “Eu acho que sim. Não tem muitas coisas que pode nos surpreender, afinal de contas.”

Kyrie: “Ficarei feliz de aplicar tantos truques em você quanto desejar.”

Caramia: “Acho que vou ter que recusar suas ‘surpresas’. ...Elas são muito maldosas, não sei como você pode considerá-las piadas.”


(Cenário:  Mansão de Oz – hall de entrada)

Fuka: (Oh, já é tarde.)

Fuka: “Senhor Caramia disse que logo teremos o jantar...”

Fuka: “...Talvez eu vá andar pela cidade um pouco.”


(Cenário: praça da torre)

Ela caminhou pela rua, admirando como o sol tingia o cenário com um laranja vibrante mesmo mantendo um olho no lugar de onde vinha.

Enfim, a estrada de tijolos vermelhos terminou em uma grande praça.

Estava cheia de gente apenas relaxando e curtindo.

???: “Mas que adorável senhorita você é.”

Fuka: “?”

Vendedor: “Tenho pães deliciosos. Interessada?”

Fuka: “Oh, não. Eu...”

Fuka: “...Oh.”

Vendedor: “Haha. Seu estômago começou a roncar assim que eu falei.”

Vendedor: “Vou te dar uma amostra grátis. Que tal?”

Fuka: “Amostra grátis...”

Fuka: (Mas eu tenho certeza que senhor Caramia e os outros estão preparando o jantar para mim...)

Fuka: “Obrigada, mas terei que recusar.”

Vendedor: “Tudo bem. Bem, até a próxima então!”

Ele se curvou e então correu.

Fuka: (...Haa, ele realmente me assustou.)

Fuka: (Eu nunca pensei que alguém tentaria falar comi—!)

???: “Oww...Oh, você está bem?”

Fuka: “S-Sim...”

Garoto: “Desculpa, Eu pensei que não tinha ninguém atrás de mim. Pode se levantar?”

O jovem garoto estendeu sua mão. Ela a pegou, e eles levantaram juntos.

Garoto: “Aí está. Você não está machucada, está?”

Fuka: “Não, estou bem.”

Garoto: “Que alívio. Seria terrível se eu machucasse uma garota.”

Garoto: “Qual seu nome?”

Garoto: “...Apesar que, talvez eu deva me apresentar primeiro. Meu nome é Soh. Qual seu nome?”

Fuka: “Eu sou a Fuka.”

Soh: “Fuka. Fuka, huh...hrm.”

Soh: “Eu conheço o rosto da maioria do pessoal dessa cidade, mas o seu não me é familiar.”

Fuka: “É natural que eu não seja familiar a você. Eu recentemente...”

Soh: “Recentemente?”

Fuka: (é uma boa ideia dizer a ele a verdade...?)

Fuka: “...eu me mudei pra cá recentemente.”

Soh: “Oh, isso é mentira, não é?”

Fuka: “Huh?”

Soh: “Está escrito no seu rosto.”

Fuka: “Huh?Verdade?”

Soh: “Não, Não. Não literalmente...mas você realmente estava mentindo, não estava?”

Soh: “É ruim mentir. Você deixa as pessoas tristes quando mente para elas.”

Fuka: “Me desculpe...”

Soh: “Ahaha, não fique tão chateada. Não estou bravo com você. Você deve ter tido uma razão para mentir.”

Fuka: “Sim...eu não me lembro de nada antes de eu chegar aqui.”

Soh: “Você não se lembra?”

Fuka: “Sim. Quando eu cheguei, eu estava deitada em um beco, e um homem chamado Caesar estava me perseguindo.”

Soh: “Huh...”

Fuka: “Agora a família Oz esta tomando conta de mim.”

Soh: “Hmm, entendo. ...Você realmente é estranha.”

Fuka: “Eu sou?”

Soh: “Sim. Quero dizer, Você mentiu sobre isso primeiro porque queria esconder, mas agora esta confessando tudo pra mim...e eu sou uma pessoa que você acabou de conhecer.”

Opções:
1- Eu vou ser mais cuidadosa daqui pra frente. (escolhida) 
2- Isso é estranho?

Fuka: “Eu vou ser mais cuidadosa daqui pra frente.”

Soh: “Sim, acho que é uma boa idéia. Não existe só gente boa no mundo.”

Soh: “Ainda que, talvez seja estranho para alguém que você acabou de conhecer dizer isso.”

Fuka: “Mas eu acho que você é uma boa pessoa, senhor Soh.”

Soh: “Verdade? Você realmente, de verdade pensa isso de mim?”

Fuka: “Sim!Você tem sido muito gentil e tem cuidado comigo.”

Fuka: “Agora somos conhecidos. Talvez tenha sido bom eu encontrar você.”

Soh: “Ahaha, talvez sim.”

Soh: “...Oh, olha a hora. Eu deveria ir para que eu possa preparar o jantar.”

Fuka: “Eu devo ir pra casa também. Adeus, Senhor Soh.”

Ele acenou para ela entusiasmado e se virou para deixar o território de Oz.

Entretanto se virou novamente como se tivesse acabado de se lembrar de algo.

Soh: “Oh, e também, poderia parar de me chamar de senhor Soh?”

Fuka: “Então...do que devo chamá-lo?”

Soh: “Só Soh está bom. Você não precisa ser tão educada também.”

Soh: “Não gosto de formalidades.”

Fuka: “Entendi.”

Soh: “Você quer dizer...”

Fuka: “...Okay”

Soh: “Legal, perfeito!”

Soh: “Eu monto minha loja aqui todo domingo.”

Soh: “Eu já fechei por hoje, mas venha semana que vem se quiser.”

Fuka: “Sim, eu virei.”

Soh: “Melhor vir. É uma promessa, okay?”

Soh: “Então tchau, Fuka. Vejo você depois.”


(Cenário: casa do Soh)

Soh: “Okay, tenha certeza de comer tudo hoje.”

Caesar: “Não me diga o que fazer. Eu vou comer o tanto que eu quiser.”

Soh: “Desculpa. Hora de começar a comer~”

Caesar: “...Alguma coisa legal aconteceu com você?”

Soh: “Huh?”

Caesar: “Responda minha pergunta.”

Soh: “N-Ngh...não posso responder com a boca cheia.”

Soh: “Pode me dar um exemplo do que é que você esta falando?”

Caesar: “Você é idiota? Estou perguntando porque eu não sei.”

Caesar: “Você só parece mais animado, de alguma forma...mais animado que o normal.”

Caesar: “Aconteceu alguma coisa na cidade?”

Soh: “Oh, sim. Eu entreguei folhetos da loja.”

Soh: “Então...acho que vamos ter mais clientes que o normal na semana que vem.”

Caesar: “...ridículo.”

Soh: “Você esta certo. É sim.”

Soh: “...Mas não pra mim.”

Caesar: “O que você disse?”

Soh: “Oh, nada!”

Soh: “Senhor Caesar, que tal outra porção?”

Caesar: “Não me diga o que fazer , bobo.”


(Cenário: praça – barraca do Soh)

Soh: “...bem, como está?”

Soh: (A placa que pedi para o Caesar fazer pra mim ficou realmente muito legal.)

Soh: “Parece perfeito. Agora eu só tenho que esperar o povo da cidade acordar!”

Soh: “Hehe. Espero que tenha muitos clientes hoje.”


(Cenário: Mansão de Oz – hall de entrada)

-- Segunda de manhã. A propriedade estava mais ocupada do que ontem.

Fuka passou por um homem que estava saindo para começar o dia, enquanto ela se dirigia a cozinha para tomar o café da manhã.


(Cenário: cozinha)

Fuka: “....Bom dia.”

Ela disse suavemente para a cozinha vazia enquanto pegava pão e leite para si.

Sentando na mesma cadeira de ontem, ela começou a comer.

Fuka: “Ontem foi um dia de paz...”

Fuka: (O que significa que agora deve haver brigas entre as famílias até o próximo domingo.)

Fuka: (Quando encontrei o senhor Caramia e os outros, eu vi um monte de gente com armas. Eu me pergunto se eles na verdade as usam...)

Caramia: “Dia. Veio aqui sozinha hoje, huh?”

Fuka: “Senhor Caramia.”

Ela olhou para cima e moveu-se levemente para olhá-lo.

Parecia que ele veio tomar café da manhã também.

Caramia: “Eu imaginei que você teria ficado mais envergonhada já que esta mansão esta cheia de homens, mas acho que não.”

Caramia gentilmente tocou os ombros de Fuka antes de ir para a pia.

Ele tirou uma laranja da cesta de frutas e a lavou antes de pegar um prato e uma faca do armário.

Fuka: “Me desculpa, eu acabei me sentindo em casa.”

Caramia: “Oh não, está tudo bem. Fico feliz em ver que está ficando confortável.”

Ele se sentou ao lado dela, laranja e prato na mão.

Assim que ele cortava a fruta, um aroma cítrico preenchia o local.

Axel: “...Bom dia.”

Fuka: “Bom dia, senhor Axel.”

Axel: “.....”

Axel olhou para Fuka, mas foi só isso.

Caramia: “Dia, senhor Dorme-Muito.”

Axel: “Eu não Durmo ‘Muito’.”

Caramia jogou a laranja ainda não descascada para Axel. Assim que ele a pegou, algumas gotas de água espirraram na sua bochecha.

Caramia: “Coma isso. Eu comprei no mercado essa manhã.”

Axel: “...Vou comer mais tarde.”

Axel enxugou a água de seu rosto com as costas da mão, enquanto devolvia a laranja à cesta de frutas. Cruzando os braços ele encostou-se à parede.

Axel: “Quando você vai sair?”

Caramia: “Quando eu terminar de comer.”

Axel: “...Tem alguma razão do porque eu preciso esperar aqui?”

Caramia: “Tem sim. Junte-se a nós na mesa.”

Axel: “......”

Ele passou pela Fuka e Caramia e colocou as mãos na cadeira que ficava mais distante deles.

Caramia: “Um pouco mais perto.”

Axel: “......”

Axel deu um passo à frente, só para pegar a segunda cadeira mais distante deles.

Caramia: “Não, não. Os assentos a nossa frente estão todos livres.”

Caramia deu um tapinha na mesa em frente a ele.

Axel: “.....”

Axel soltou um grande suspiro e sentou-se diretamente de frente para Caramia e na diagonal com Fuka.

Caramia: “Que?Por que você fica tão em alerta ao redor da senhorita?”

Axel: “...É normal ficar em alerta ao redor de pessoas desconhecidas.”

Caramia: “Bem, acho que é verdade. Dito isso, eu não acho que ela vá morder.”

Caramia: “Nós estamos vivendo juntos, então nós devemos também relaxar ao redor um dos outros, certo?”

Axel: “.......”

Axel deu olhada de lado para a Fuka que durou menos de um segundo.

Caramia: “...O que é que eu vou fazer com você?”

Caramia: “Me desculpa, Fuka. Ele é uma pessoa reservada por natureza.”

Fuka: “Oh, tudo bem.”

Fuka: “Ele esta certo, vocês não sabem nada sobre mim. Eu entendo como o senhor Axel esta se sentindo.”

Caramia: “Senhorita...”

Caramia: “Você é muito mais madura sobre isso do que ALGUMAS pessoas.”

Axel: “........”

Axel colocou seus cotovelos sobre a mesa e olhou com determinação para a parede.

Fuka: “Senhor Caramia, hum...”

Caramia: “Não deixe ele te incomodar. Ele é sempre assim.”

Caramia: “Mais importante, nós precisamos discutir nossos planos para o dia.”

Fuka: “Planos para o dia?”

Caramia: “Sim. Eu estava pensando que Axel e eu devíamos te mostrar o território de Oz. O que acha?”

Opções:
1- E o senhor Kyrie? (escolhida) 
2- E se somente você me mostrasse ao redor...
3- Isso soa maravilhoso

Fuka: “O senhor Kyrie não vai se juntar a nós?”

Caramia: “Que, nós não somos o suficiente para você?”

Fuka: “Oh, não. Eu não quis dizer isso.”

Fuka: “Eu estava só me perguntando se senhor Kyrie estava ocupado.”

Caramia: “Hm, boa pergunta...”

Caramia: “Eu acho....que ele deveria estar ocupado?”

Axel: “...Eu não sei.”

Axel balançou a cabeça suavemente, desviando o olhar.

Fuka: “Você não sabe o que o senhor Kyrie esta fazendo?”

Caramia: “Não, eu sei...eu acho.”

Fuka: “....??”

Caramia:Ele me disse quando ele iria fazer e o que ele estaria fazendo, mas pode não ser necessariamente correto.”

Caramia: “Ele saiu para caminhar para ‘tomar um ar fresco’ antes, e voltou com um amontoado de armas novas.”

Axel: “...Kyrie é um mistério.”

Fuka: “O-Oh.”

Caramia: “Bem, ele faz muitas coisas pela família nos bastidores.”


(Cenário: cidade - lojas)

Caramia: “As áreas cobertas por tijolos vermelhos são nossa parte.”

Caramia: “A rua principal em frente á mansão é obviamente nossa, mas o resto da região também é.”

Fuka: “Tudo isso...”

Fuka parou no meio da rua e olhou ao redor.

A rua estava movimentada, e o rosto das pessoas indo e voltando era alegre. Não se via nenhum homem armado em lugar nenhum. A atmosfera não era muito diferente do domingo afinal de contas.

Caramia chegou mais perto dela enquanto retornava as saudações dos habitantes da cidade.

Caramia: “Então, o que você acha?”

Fuka: “Eu esperava que fosse assustador. Como se uma briga fosse acontecer a qualquer momento...”

Fuka: “é muito mais descontraído e pacífico do que imaginei. Eu acho maravilhoso.”

Caramia: “Haha. Verdade?”

Ele deu um sorriso infantil e um tapinha na cabeça dela.

Caramia: “Eu estou feliz em ouvir você dizer isso. Nós não carregamos armas porque gostamos de usá-las.”

Caramia: “Nosso trabalho principal é proteger nosso território dos forasteiros e mediar brigas.”

Caramia: "É improvável que você vá ser pega em uma briga dentro do nosso território, então não se preocupe.”

Fuka: “Okay.”

Axel: “...Com licença, senhor.”

Axel: “Considerando a gangue dos lobos. Sua afirmação de que aqui é completamente seguro não é totalmente verdadeira...”

Caramia: “Oh, esta certo. Esqueci disso.”

Fuka: “Gangue dos lobos?”

Caramia: “Caesar e os outros. O homem que estava te perseguindo, senhorita.”

Fuka: “Oh...certo.”

Fuka: (Eu esqueci completamente sobre o senhor Caesar...)

Caramia: “Pelo que Kyrie me disse, eles vivem na floresta fora dos muros da cidade.”

Caramia: “Eles são um grupo encrenqueiro que invade outros territórios. Todas famílias são atormentadas por eles.”

Caramia: “Todos temos que ficar atentos para outro ataque.”

Fuka: “Okay.”

Caramia acenou satisfeito e estendeu sua mão para Axel.

Caramia: “Axel, você tem algum trocado aí com você?”

Axel: “.....?”

Axel tateou ao redor dos bolsos.

Depois de contar as moedas que ele achou, ele entregou ao Caramia.

Caramia: “Obrigado. Fuka, vamos pegar algo para comer. Por conta do Axel.”

Axel: “Que...”

Fuka: “Está tudo bem?”

Caramia: “Tudo bem, tudo bem. Não é, Axel?”

Axel: “...Se o Don comprar algo pra mim também.”

Caramia: “Está certo, está combinado. Cara, tudo que comi de manhã foi uma laranja. Eu já estou faminto.”

Caramia: “Tem um ótimo cachorro quente que fica ali. Vamos lá Fuka.”

Axel franziu a testa ao observar  Caramia e Fuka por trás enquanto caminhavam pela rua forrada de barracas de comida.

Axel: “...Seu estômago vazio não é responsabilidade sua? Por que eu tenho que pagar pela sua comida...?”

Caramia: “Axel, nós vamos te deixar pra trás.”

Axel: “Ngh...estou indo.”


(Cenário: praça da torre)

Caramia: “—Tem uma pequena boutique de roupas no fim dessa rua.”

Caramia apontou para um beco com a mão ainda gordurosa de cachorro quente.

Caramia: “Ao virar a esquina tem um armazém, e depois dele tem uma livraria.”

Caramia: “Você pode comprar quase qualquer coisa aqui no território de Oz, então acho que você não ficará desconfortável aqui.”

Caramia: “No centro da cidade tem a praça da torre. Você pode ver a torre de qualquer parte da cidade. É um bom ponto de referência.”


(Cenário: parede da torre)

Caramia colocou a mão na parede da torre e olhou para cima. Fuka seguiu o exemplo e também olhou para cima.

A torre se esticava tão alto até o céu que seu topo estava escondido pelas nuvens.

Fuka: “Que torre enorme...”

Caramia: “Realmente. Nem mesmo o senhor-sabe-tudo Kyrie sabe o que é isso exatamente. É um mistério.”

Axel: “—Um rei vive nela.”

Ela se virou para olhar Axel atrás dela, mas ele deu um passo a frente e colocou suas mãos na parede da torre assim como Caramia tinha feito.”

Axel: “Eu ouvi dizer que o rei desse mundo vive no topo da torre.”

Caramia: “Que? Você realmente acredita nessa lenda, Axel?”

Axel: “...Tem algo errado com isso?”

Caramia: “Nah, é bom sonhar.”

Fuka: “Que lenda?”

Caramia: “Supostamente, qualquer um que alcance o topo da torre e encontre o rei terá qualquer desejo atendido.”

Fuka: “Desejo?”

Caramia: “Sim. ...Mas ninguém sabe como encontrar o rei.”

Axel: “Não há portas até a torre, somente os nomes das famílias que controlam a cidade e umas frestas retangulares.”

As frestas que Axel mencionou estavam além do alcance de Fuka.

O nome das famílias estavam esculpidos entre os vãos.

Caramia: “Eu não sei se a lenda é verdadeira ou não, mas essa torre serve como um grande ponto de referência.”

Caramia puxou Fuka para perto dele. Ele se inclinou a frente dela para alcançar o nível de seus olhos e apontou para a estrada de onde eles haviam caminhado para chegar até ali.

Caramia: “Se alguma vez você se perder, contanto que você possa usar a torre para achar seu caminho de volta até essa praça, você consegue voltar para a mansão.”

Caramia: “Você pode ver daqui. É só seguir a estrada de tijolos vermelhos para voltar. Simples, né?”

Fuka: “É sim.”

Caramia: “Essa praça no coração da cidade é um espaço comum, não é controlado por nenhuma família.”

Caramia: “Se você precisar ir a outro território, provavelmente é melhor ir por essa região. Não há nenhum lugar para se esconder aqui, então é simbólico dizer que você não tem más intenções.”

Fuka: “Você já esteve nas áreas das outras famílias?”

Caramia: “Oh, Claro. Isso depende de quem você esta falando, mas não é como se nosso relacionamento com todos fosse conturbado.”

Caramia: “Eu visito outros territórios para fazer compras ou conversar com as pessoas. Apesar que, é bem raro eu sair do território de Oz.”

Axel: “Naturalmente...seus movimentos chamam a atenção.”

Caramia: “Essa é uma das desvantagens de ser o Don.”

Caramia: “Heidi tem uma fazenda enorme de gado leiteiro. O queijo que eles fazem é fantástico.”

Caramia: “Já sei, vou fazer Axel comprar da próxima vez.”

Axel: Porque eu?...”

Axel: “...Senhor, esse não é...?”

Caramia: “Hm...?”



(Cenário: praça da torre)

Caramia: “Olá, vermelho.”

A pessoa que Axel tinha visto na multidão era Scarlet, o caporegime da família Grimm.

O manto vermelho de Scarlet voava enquanto Caramia falava.

Scarlet: “Senhor Caramia, esta de patrulha?”

Caramia: “Bem, parte isso, mas em maior parte, nós estamos mostrando a senhorita ao redor do nosso território.”

Scarlet: Você estava...”

Fuka: “Olá, Scarlet.”

Scarlet: “...Oh.”

Scarlet olhou para Fuka antes de olhar para Caramia.

Scarlet: “Você já explicou as regras para ela?”

Caramia: “Estou em processo de fazer isso agora mesmo.”

Scarlet: “...Oh. Bem, isso é bom.”

Scarlet olhou para Fuka novamente.

Fuka: “C-Claro.”

Scarlet curvou-se para cada um deles antes se virar e sair.

O rifle nas costas de Scarlet balançava um pouco com cada passo.

Fuka: “Scarlet é assustador...”

Caramia: “É sim. Isso não é nada.”

Axel: “Scarlet provavelmente é o mais equilibrado de todos os membros da família Grimm. Os gêmeos são muito mais...cruéis.”

Caramia: “Sim, Hansel e Gretel são bem imprudentes. Lembre-se de nunca entrar em uma briga com eles.”

Fuka: “E-eu vou me lembrar.”

Axel: “......”

De repente, Fuka percebeu que Axel estava olhando para ela.

Fuka: “O que foi, senhor Axel...?”

Axel: “...Você deve ficar segura enquanto você estiver dentro do território de Oz.”

Fuka: “Huh?”

Axel: “Estou tentando te dizer que você deve estar segura, então não há razão para ficar com medo.”

Fuka: “O-Okay...”

Caramia: “Você esta tentando dizer que vai a proteger? Tentando parecer legal, Huh?”

 Axel: “E-Eu não... Eu só quero dizer que a família está sempre guardando seu território, então...”

Caramia: “Você não é parte da família também, Axel?”

Axel: “...Ngh.”

Axel: “...Nós já terminamos o tour pelo nosso território. Eu vou voltar aos meus afazeres.”

Fuka: “Senhor Axel...”

Caramia: “Ele só fugiu porque estava com vergonha.”

Caramia: “Bem, devemos andar um pouco mais? Tem uma ótima sorveteria aqui perto. Vou te levar até lá.”

Fuka: “Okay.”

**Tela de escolha: escolha Caramia **


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