Se tiverem problema com o tamanho é só irem no youtube. Eu tava com preguiça de o torna texto então...resolvi postar mesmo em vídeo e também acho melhor assim do que em textos sem as vozes de nossos amados :`)
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domingo, 23 de dezembro de 2018
Você é Tão Provocador - PARTE 1 - (Ikemen Sengoku Evento)
Oi pessoal! Como estão? 😊
Sentem e respirem que lá vem textão explicativo!😅
Esse foi um evento de coletar pontos para conseguir as mini-histórias, que teve somente as histórias de 3 personagens: Mitsuhide, Kenshin e Masamune (os provocadores mais maldosos do jogo huahuahua.😆)
No entanto, eu tenho que pedir mil desculpas pra vocês, pq não consegui a história do Masamune. Faltaram só 5 pontos pra eu poder pegar a história dele, mas o evento acabou antes de eu conseguir esses pontos. 😭
Estou procurando na net se tem algum vídeo da mini-história dele pra eu poder traduzir, mas até agora não encontrei.
Eu tenho somente alguns prints de umas cenas mais interessantes.😏 São poucos, maaaaaaassss vale a pena eu acho, principalmente pra quem é fã do Masamune.
Eu tenho somente alguns prints de umas cenas mais interessantes.😏 São poucos, maaaaaaassss vale a pena eu acho, principalmente pra quem é fã do Masamune.
Se vocês quiserem posso postar esses prints, (com a autorização da proprietária) junto com a tradução.
Deixem um comentário pra eu saber se vocês tem interesse. ^_^
O restante das gravações foram feitas por mim, na minha conta principal, então na tradução a MC se chama Liriel, que é o nome da minha personagem, pra caso alguém for acompanhar com o vídeo. 😉
Espero que gostem, e desculpem o texto enorme.
Agora vamos para o que interessa. 😁
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* Batalha do Maior Provocador *
Parte 1
Quando alguma coisa sacudia o castelo de Azuchi, sempre
vinha sem avisar.
Sasuke: “Ei, Liriel! Desculpa por avisar de última hora,
mas—“
Sasuke: “Eu quero organizar a batalha do maior
provocador.”
Liriel: “Hum, é, isso realmente foi de última hora.”
Quando Sasuke saiu do meu teto aquele dia, ele me mostrou
um olhar descolado.
(Tem tanta coisa errada com o que ele acabou de dizer, eu
não sei nem por onde começar. Eu acho que vou ter que resolver um problema de
cada vez.)
Liriel: “Primeiro de tudo, o que é a batalha do maior
provocador?”
Sasuke: “Permita-me explicar.”
Sasuke: “Eu aprendi que em muitas comédias românticas e
quadrinhos românticos a heroína fica com um homem bonito que era maldoso com
ela no começo.”
Sasuke: “E isso me inspirou a investigar qual lorde
guerreiro desagradável as mulheres achariam mais sedutor.”
(Hã? Como sempre, Sasuke aparece com as idéias mais
estranhas.)
Sasuke: “Oh, então, os participantes serão os lordes dos
castelos Azuchi e Kasugayama.”
Liriel: “Aham, eu meio que desconfiei.”
Sasuke: “Eu sabia que você entenderia, Liriel. Você se
adaptou à vida no período Sengoku tão bem.”
Liriel: “Obrigada, eu não teria feito isso sem sua ajuda,
Sasuke.”
(Eu devo muito a ele, então o mínimo que eu posso fazer é
ceder às suas idéias malucas. E eu to meio que animada pra ver o que esse jogo
estranho tem pra oferecer.)
Liriel: “Mas como eles devem competir pra ver quem é o
melhor em provocar?”
Sasuke: “Bem, eles vão fazer o melhor pra serem maldosos
com você.”
Liriel: “Hã, comigo?”
Sasuke: “Sim. Não se preocupe, eu disse a eles que não
era pra fazer nada perigoso ou nada que você realmente não goste.”
(Oh, bom. Eu tenho tanta certeza que eles vão ouvir.)
Sasuke: “Uma vez que todos tiverem sua vez, nós vamos
discutir os resultados juntos e decidir um campeão.”
Liriel: “Então, todos tem um voto?”
Sasuke: “Sim. De qualquer forma, eu sei que isso é
repentino, mas você poderia sair do seu quarto e se dirigir à sala de audiência
agora?”
Sasuke: “Nós estaremos tentando te provocar durante o caminho,
então se prepare.”
Liriel: “Ok, entendi.”
Sasuke: “Boa sorte!”
Quando concordei, Sasuke escapou pela janela e me deixou
sozinha.
(Ok. Hora de ir, eu acho.)
Respirando fundo pra me preparar, eu pisei no corredor.
(Ah!)
Assim que virei a esquina, eu bati de frente com duas
pessoas vindo na direção oposta.
A colisão me empurrou pra trás, mas braços fortes me
pegaram antes que pudesse cair.
Yukimura: “Ei, olha por onde anda!”
Kennyo: “De fato. Seja cuidadosa, garota.”
Liriel: “Oh, Yukimura e Kennyo. Me desculpa por isso.”
Eles estavam cada um me apoiando com um braço, mas eu
rapidamente me endireitei e me afastei.
Yukimura: “Você não pode sair dessa com uma simples
desculpa. Não quando você está sempre andando com a cabeça nas nuvens.”
(Espera, isso é parte da competição de provocação? Mas os
dois me pegaram—eles não deveriam ter me deixado cair?)
Kennyo: “Então, eu suponho que você anda lá fora não
prestando atenção também?’
Kennyo: “O que você faria se pisasse em uma flor pequena,
inocente?”
(Hm? Nós estamos falando sobre flores agora?)
Yukimura: “Espera aí, Kennyo.”
Yukimura: “Quando foi que o tópico mudou para flores?
Você é realmente ruim em comprar brigas.”
(É, eu tenho que concordar.)
Kennyo: “Não seja bobo. Essa é uma questão séria.”
Kennyo: “Enquanto isso, eu vi você se segurar quando
trombou com a Liriel para que ela não se machucasse.”
Liriel: “Então—você na verdade estava sendo legal
comigo?”
(Que doçura--?)
Yukimura: “Uh! Eu não!”
Yukimura: “Oh, esquece isso. Apenas siga seu caminho.”
Liriel: “Uh, claro. Obrigada.”
Kennyo: “Tenha cuidado—Na verdade, não, não tenha
cuidado. Apenas continue.”
Liriel: “Ok!”
(Kennyo e Yukimura são bons de coração. Eles não estão
acostumados a serem provocadores maldosos.)
Eu tinha começado a gostar desse jogo bobo enquanto eu
acenava pra eles e continuei no meu caminho.
Poucos minutos depois—
(Hm? Aquele parece--)
Kenshin: “Demorou
demais, Liriel.”
Liriel: “Kenshin!”
Eu parei na frente do Kenshin, que estava parado bem no
meio do corredor.
Liriel: “Então, eu suponho que você vai tentar me
provocar hoje também?”
(Eu sinto que ele vai levar a provocação um pouco longe
demais.)
Kenshin: “Naturalmente.”
Liriel: “E como, exatamente, você vai fazer isso?”
Kenshin: “Se você está tentando aborrecer alguém, a
melhor coisa a se fazer é impedir seus planos.”
Kenshin: “Essa é a oportunidade perfeita. Eu vou tirar
sua liberdade prendendo você.”
(Isso vai mais além do que eu imaginei!)
Liriel: “Espera um segundo. Que parte disso é algo
‘perfeito’?”
Um leve sorriso apareceu em seu rosto, Kenshin pegou meu
braço.
Kenshin: “Você não precisa saber disso.”
(E agora?)
Logo quando parecia que eu não tinha escolha a não ser ir
com ele, Kenshin congelou.
Kenshin: “Hm! Isso é—“
Franzindo a testa, ele olhou para seus pés.
Liriel: “Ah, espinhos de solo.”
(Eu sabia a quem esses pertenciam!)
Sasuke: “Kenshin, estou te dando um cartão amarelo.”
Liriel: “Sasuke.”
Removendo um painel do teto, Sasuke pulou e entrou no
meio entre Kenshin e eu.
Kenshin: “O que é um—‘cartão amarelo’?”
Sasuke: “É um aviso de que você foi longe demais com sua
provocação e corre o risco de ser desqualificado.”
Kenshin: “O que quer dizer com eu fui longe demais?”
Sasuke: “Em tempos menos devastados pela guerra,
sequestro e falso aprisionamento são crimes.”
Kenshin: “Eu não tenho idéia do que você está falando,
mas pra mim parece que você está confundindo as coisas.”
Apesar de ter resmungado, Kenshin se afastou de mim.
(Estou contente pelo Sasuke ter interferido ali!)
Kenshin: “De qualquer maneira – esses espinhos de solo
nem mesmo machucam quando você pisa neles, sabe?”
Kenshin: “Parece que você está precisando melhorar suas
habilidades em fazer armas, Sasuke.”
Sasuke: “Eu estava planejando usar eles para provocar a
Liriel, então eu os fiz macios de propósito.”
Liriel: “Oh, verdade? Obrigada pela sua consideração.”
(Se eles não são espinhos reais, eu não vejo como isso
contaria como uma provocação. Sasuke é muito legal pra ser maldoso.)
Shingen: “Puxa vida, você todos não tem jeito.”
Shingen: “Provocação frouxa como essa não é como você
captura o coração de uma deusa!”
Liriel: “Shingen!”
Kenshin: “De que buraco você saiu?”
Shingen: “Isso não é uma coisa muito legal de dizer.”
Shingen: “Eu só estava passando e aconteceu de eu ouvir
sua pobre tentativa de provocar.”
Sasuke: “Isso significa que você veio com algo mais
impressionante, Shingen?”
Shingen: “Veja você mesmo.”
Quando Shingen se virou pra me olhar, um sorriso sensual
apareceu em seus lábios.
(Eu sinto que as coisas vão ficar perigosas--)
Eu dei uns cuidadosos passos para trás até minhas costas
ficarem pressionadas contra a parede.
(Oh-oh, Eu acabei de me encurralar em um canto.)
Shingen: “Ei, onde você pensa que está indo?”
Eu não pude evitar meu coração de acelerar quando Shingen
colocou sua mão na parede ao meu lado,
E seu sorriso se aproximava mais e mais.
Shingen: “Eu não vou deixar você ir adiante. Eu vou
mantê-la aqui em meus braços. Então você vai estar em uma real provocação.”
Shingen: “O que você faria se eu dissesse isso?”
Kenshin: “Eu te mataria.”
quarta-feira, 6 de setembro de 2017
OZMAFIA - Rota Caramia (vs. Kyrie) - Parte 1
Oi gente, td bem? 😃
Antes de começar com a tradução eu só queria dizer umas coisinhas:
1- Vou começar pela rota do Caramia, fazendo as escolhas que levam ao triângulo amoroso com o Kyrie e os finais possíveis. (Depois eu faço a rota dele com as escolhas que levam ao triângulo com o Axel.)
2- Eu vou dividir a tradução em partes, porque tem muuuuita coisa e assim também consigo postar com mais frequência.
3-Quando tiver esse símbolo: ♦ vai indicar as transições de tela e logo depois eu especifico o cenário que está (se mudar), para ficar mais fácil acompanhar. 😉
Acho que por enquanto é só isso,
Vamos lá!
(Cenário: mansão de Oz – hall de entrada)
Fuka: “ O que eu devo fazer..?”
Ela parou de andar de olhou ao redor.
Seus olhos acompanharam a escada até a parte acima do teto.
Ela ergueu um pouco a cabeça enquanto olhava para o segundo andar.
Fuka: “Se eu me lembro bem, no segundo andar...”
O escritório fica no fim do corredor.
Ela se lembrou de Caramia ter mencionado que os quartos ao
longo do corredor eram particulares.
Fuka: (Talvez eu vá ver o Senhor Caramia.)
♦
(Cenário: corredor da mansão)
Fuka: “Senhor Caramia, você está aí?”
Caramia: “Sim. A porta está aberta. Por favor, entre.”
♦
(Cenário: Quarto do Caramia)
Fuka: “Olá Senhor Caramia.”
Caramia: “Algo errado? Alguma coisa esta te incomodando?”
Opções:
1- Eu não tinha nada pra fazer...
2- Eu só queria passar um tempo com você.
(escolhida) ✫
Fuka: “Eu só queria passar um tempo com você.”
Caramia: “Haha, verdade? Bom, bem vinda a minha toca
secreta.”
Caramia: “Se isso a fizer feliz, senhorita, então...Bem, é
óbvio não é?”
Caramia: “Devo pegar uma cadeira de lá de baixo?”
Fuka: “Oh, não, não se preocupe com isso!”
Caramia: “Oh, mas eu me preocupo. Você é uma hóspede muito
especial, senhorita.”
Caramia: “Eu acho que vou ter que estar preparado para você
da próxima vez então. Por agora, apenas sente-se onde preferir.”
Fuka: “Ok, eu irei.”
Caramia sorriu antes de abaixar o olhar.
Ele estava segurando um livro vermelho.
Fuka: (Hmm...)
Ela se sentou na cama e observou Caramia.
Caramia: “...Que? Tem alguma coisa no meu rosto?”
Fuka: “...Senhor Caramia, você tem problemas de visão?”
Caramia: “Problemas de visão?...Oh, isto?”
Caramia: “Não é particularmente ruim. Eu só uso eles quando
estou lendo. Pode-se dizer que é apenas por hábito.”
Fuka: “...é meio espantoso ouvir que você é um leitor tão
ávido, senhor Caramia.”
Caramia: “Que? Pareço mais o tipo que fica praticando
corrida lá fora?
Caramia: “Desculpa te desapontar, mas esse cara aqui prefere
ler.”
Fuka: “Que tipo de livros você lê?”
Caramia: “Praticamente tudo. Um Don precisa se manter
informado sobre todo tipo de assunto.”
Caramia: “Apesar de que não sou páreo para Kyrie nesse
setor.”
Caramia: “Você gosta de ler, senhorita? Oh...você consegue
ler?”
Fuka: “Hum...sim, eu acho que consigo ler.”
Caramia: “Oh, bem, isso é bom. Eu acho que você só não tem
memórias do seu passado, mas a amnésia não esta afetando outras faculdades.”
Caramia: “...O livro que estou lendo agora é sobre amnésia.”
Caramia: “Pensei em fazer alguma pesquisa sobre formas de
recuperar a memória, mas...”
Fuka: “...parece complicado.”
Caramia: “Sim. Não achei nada útil ainda.”
Caramia: “...Eu me pergunto como é perder a memória. Não
posso nem imaginar isso.”
Fuka: “Hum...parece meio que estar vazia.”
Caramia: “Vazia?”
Fuka: “Sim. Simplesmente não há nada ali, então não há com
que eu possa me preocupar em primeiro lugar.”
Fuka: “Talvez seja isso. Encontrar todas essas pessoas novas
tem sido muito divertido.”
Caramia: “Entendo...você com certeza é otimista, senhorita.
Eu acho que essa é uma boa perspectiva para se ter.”
Caramia: “Eu vou
fazer o que posso para recuperar suas memórias, então fique calma e se anime.”
Fuka: “Eu irei!”
♦
(Cenário: Escritório da mansão)
Caramia: “...vazia, huh?”
Kyrie: “Falando sobre seu próprio crânio?”
Caramia: “Não. Estou falando sobre a senhorita.”
Kyrie: “Caramia...Como ousa falar algo tão cruel sobre uma
mulher?”
Caramia: “Hey, não entenda errado. Não me olhe assim! A
senhorita disse isso sobre ela mesma.”
Kyrie: “Ela disse? Bem, sim...ela não parece particularmente
esperta.”
Caramia: “Hey! Você não acabou de dizer algo muito mais
cruel?”
Kyrie: ”Está tudo muito bem. Ela não está aqui agora. Então,
o que ela quis dizer exatamente com ‘vazia’?”
Caramia: “Sobre a ausência
de memória. Ela disse que sua mente esta vazia, então ela não se sente
preocupada e acha que a novidade de tudo isso é divertido.”
Kyrie: “...Novidade, huh? Que invejável.”
Caramia: “Eu acho que sim. Não tem muitas coisas que pode
nos surpreender, afinal de contas.”
Kyrie: “Ficarei feliz de aplicar tantos truques em você
quanto desejar.”
Caramia: “Acho que vou ter que recusar suas ‘surpresas’.
...Elas são muito maldosas, não sei como você pode considerá-las piadas.”
♦
(Cenário: Mansão de
Oz – hall de entrada)
Fuka: (Oh, já é tarde.)
Fuka: “Senhor Caramia disse que logo teremos o jantar...”
Fuka: “...Talvez eu vá andar pela cidade um pouco.”
♦
(Cenário: praça da torre)
Ela caminhou pela rua, admirando como o sol tingia o cenário
com um laranja vibrante mesmo mantendo um olho no lugar de onde vinha.
Enfim, a estrada de tijolos vermelhos terminou em uma grande
praça.
Estava cheia de gente apenas relaxando e curtindo.
???: “Mas que adorável senhorita você é.”
Fuka: “?”
Vendedor: “Tenho pães deliciosos. Interessada?”
Fuka: “Oh, não. Eu...”
Fuka: “...Oh.”
Vendedor: “Haha. Seu estômago começou a roncar assim que eu
falei.”
Vendedor: “Vou te dar uma amostra grátis. Que tal?”
Fuka: “Amostra grátis...”
Fuka: (Mas eu tenho certeza que senhor Caramia e os outros
estão preparando o jantar para mim...)
Fuka: “Obrigada, mas terei que recusar.”
Vendedor: “Tudo bem. Bem, até a próxima então!”
Ele se curvou e então correu.
Fuka: (...Haa, ele realmente me assustou.)
Fuka: (Eu nunca pensei que alguém tentaria falar comi—!)
???: “Oww...Oh, você está bem?”
Fuka: “S-Sim...”
Garoto: “Desculpa, Eu pensei que não tinha ninguém atrás de
mim. Pode se levantar?”
O jovem garoto estendeu sua mão. Ela a pegou, e eles
levantaram juntos.
Garoto: “Aí está. Você não está machucada, está?”
Fuka: “Não, estou bem.”
Garoto: “Que alívio. Seria terrível se eu machucasse uma
garota.”
Garoto: “Qual seu nome?”
Garoto: “...Apesar que, talvez eu deva me apresentar
primeiro. Meu nome é Soh. Qual seu nome?”
Fuka: “Eu sou a Fuka.”
Soh: “Fuka.
Fuka, huh...hrm.”
Soh: “Eu conheço o rosto da maioria do pessoal dessa cidade,
mas o seu não me é familiar.”
Fuka: “É natural que eu não seja familiar a você. Eu
recentemente...”
Soh: “Recentemente?”
Fuka: (é uma boa ideia dizer a ele a verdade...?)
Fuka: “...eu me mudei pra cá recentemente.”
Soh: “Oh, isso é mentira, não é?”
Fuka: “Huh?”
Soh: “Está escrito no seu rosto.”
Fuka: “Huh?Verdade?”
Soh: “Não, Não. Não literalmente...mas você realmente estava
mentindo, não estava?”
Soh: “É ruim mentir. Você deixa as pessoas tristes quando
mente para elas.”
Fuka: “Me desculpe...”
Soh: “Ahaha, não fique tão chateada. Não estou bravo com
você. Você deve ter tido uma razão para mentir.”
Fuka: “Sim...eu não me lembro de nada antes de eu chegar
aqui.”
Soh: “Você não se lembra?”
Fuka: “Sim. Quando eu cheguei, eu estava deitada em um beco,
e um homem chamado Caesar estava me perseguindo.”
Soh: “Huh...”
Fuka: “Agora a família Oz esta tomando conta de mim.”
Soh: “Hmm, entendo. ...Você realmente é estranha.”
Fuka: “Eu sou?”
Soh: “Sim. Quero dizer, Você mentiu sobre isso primeiro
porque queria esconder, mas agora esta confessando tudo pra mim...e eu sou uma
pessoa que você acabou de conhecer.”
Opções:
1- Eu vou ser mais cuidadosa daqui pra frente. (escolhida) ✫
1- Eu vou ser mais cuidadosa daqui pra frente. (escolhida) ✫
2- Isso é estranho?
Fuka: “Eu vou ser mais cuidadosa daqui pra frente.”
Soh: “Sim, acho que é uma boa idéia. Não existe só gente boa
no mundo.”
Soh: “Ainda que, talvez seja estranho para alguém que você
acabou de conhecer dizer isso.”
Fuka: “Mas eu acho que você é uma boa pessoa, senhor Soh.”
Soh: “Verdade? Você realmente, de verdade pensa isso de
mim?”
Fuka: “Sim!Você tem sido muito gentil e tem cuidado comigo.”
Fuka: “Agora somos conhecidos. Talvez tenha sido bom eu
encontrar você.”
Soh: “Ahaha, talvez sim.”
Soh: “...Oh, olha a hora. Eu deveria ir para que eu possa
preparar o jantar.”
Fuka: “Eu devo ir pra casa também. Adeus, Senhor Soh.”
Ele acenou para ela entusiasmado e se virou para deixar o
território de Oz.
Entretanto se virou novamente como se tivesse acabado de se
lembrar de algo.
Soh: “Oh, e também, poderia parar de me chamar de senhor
Soh?”
Fuka: “Então...do que devo chamá-lo?”
Soh: “Só Soh está bom. Você não precisa ser tão educada
também.”
Soh: “Não gosto de formalidades.”
Fuka: “Entendi.”
Soh: “Você quer dizer...”
Fuka: “...Okay”
Soh: “Legal, perfeito!”
Soh: “Eu monto minha loja aqui todo domingo.”
Soh: “Eu já fechei por hoje, mas venha semana que vem se
quiser.”
Fuka: “Sim, eu virei.”
Soh: “Melhor vir. É uma promessa, okay?”
Soh: “Então tchau, Fuka. Vejo você depois.”
♦
(Cenário: casa do Soh)
Soh: “Okay, tenha certeza de comer tudo hoje.”
Caesar: “Não me diga o que fazer. Eu vou comer o tanto que
eu quiser.”
Soh: “Desculpa. Hora de começar a comer~”
Caesar: “...Alguma coisa legal aconteceu com você?”
Soh: “Huh?”
Caesar: “Responda minha pergunta.”
Soh: “N-Ngh...não posso responder com a boca cheia.”
Soh: “Pode me dar um exemplo do que é que você esta
falando?”
Caesar: “Você é idiota? Estou perguntando porque eu não
sei.”
Caesar: “Você só parece mais animado, de alguma forma...mais
animado que o normal.”
Caesar: “Aconteceu alguma coisa na cidade?”
Soh: “Oh, sim. Eu entreguei folhetos da loja.”
Soh: “Então...acho que vamos ter mais clientes que o normal
na semana que vem.”
Caesar: “...ridículo.”
Soh: “Você esta certo. É sim.”
Soh: “...Mas não pra mim.”
Caesar: “O que você disse?”
Soh: “Oh, nada!”
Soh: “Senhor Caesar, que tal outra porção?”
Caesar: “Não me diga o que fazer , bobo.”
♦
(Cenário: praça – barraca do Soh)
Soh: “...bem, como está?”
Soh: (A placa que pedi para o Caesar fazer pra mim ficou
realmente muito legal.)
Soh: “Parece perfeito. Agora eu só tenho que esperar o povo
da cidade acordar!”
Soh: “Hehe. Espero que tenha muitos clientes hoje.”
♦
(Cenário: Mansão de Oz – hall de entrada)
-- Segunda de manhã. A propriedade estava mais ocupada do que
ontem.
Fuka passou por um homem que estava saindo para começar o
dia, enquanto ela se dirigia a cozinha para tomar o café da manhã.
♦
(Cenário: cozinha)
Fuka: “....Bom dia.”
Ela disse suavemente para a cozinha vazia enquanto pegava
pão e leite para si.
Sentando na mesma cadeira de ontem, ela começou a comer.
Fuka: “Ontem foi um dia de paz...”
Fuka: (O que significa que agora deve haver brigas entre as
famílias até o próximo domingo.)
Fuka: (Quando
encontrei o senhor Caramia e os outros, eu vi um monte de gente com armas. Eu
me pergunto se eles na verdade as usam...)
Caramia: “Dia. Veio aqui sozinha hoje, huh?”
Fuka: “Senhor Caramia.”
Ela olhou para cima e moveu-se levemente para olhá-lo.
Parecia que ele veio tomar café da manhã também.
Caramia: “Eu imaginei que você teria ficado mais envergonhada já que
esta mansão esta cheia de homens, mas acho que não.”
Caramia gentilmente tocou os ombros de Fuka antes de ir para
a pia.
Ele tirou uma laranja
da cesta de frutas e a lavou antes de pegar um prato e uma faca do armário.
Fuka: “Me desculpa, eu acabei me sentindo em casa.”
Caramia: “Oh não, está tudo bem. Fico feliz em ver que está
ficando confortável.”
Ele se sentou ao lado dela, laranja e prato na mão.
Assim que ele cortava a fruta, um aroma cítrico preenchia o
local.
Axel: “...Bom dia.”
Fuka: “Bom dia, senhor Axel.”
Axel: “.....”
Axel olhou para Fuka, mas foi só isso.
Caramia: “Dia, senhor Dorme-Muito.”
Axel: “Eu não Durmo ‘Muito’.”
Caramia jogou a laranja ainda não descascada para Axel.
Assim que ele a pegou, algumas gotas de água espirraram na sua bochecha.
Caramia: “Coma isso. Eu comprei no mercado essa manhã.”
Axel: “...Vou comer mais tarde.”
Axel enxugou a água de seu rosto com as costas da mão,
enquanto devolvia a laranja à cesta de frutas. Cruzando os braços ele encostou-se
à parede.
Axel: “Quando você vai sair?”
Caramia: “Quando eu terminar de comer.”
Axel: “...Tem alguma razão do porque eu preciso esperar
aqui?”
Caramia: “Tem sim. Junte-se a nós na mesa.”
Axel: “......”
Ele passou pela Fuka e Caramia e colocou as mãos na cadeira
que ficava mais distante deles.
Caramia: “Um pouco mais perto.”
Axel: “......”
Axel deu um passo à frente, só para pegar a segunda cadeira
mais distante deles.
Caramia: “Não, não. Os assentos a nossa frente estão todos
livres.”
Caramia deu um tapinha na mesa em frente a ele.
Axel: “.....”
Axel soltou um grande suspiro e sentou-se diretamente de
frente para Caramia e na diagonal com Fuka.
Caramia: “Que?Por que você fica tão em alerta ao redor da
senhorita?”
Axel: “...É normal ficar em alerta ao redor de pessoas
desconhecidas.”
Caramia: “Bem, acho que é verdade. Dito isso, eu não acho
que ela vá morder.”
Caramia: “Nós estamos vivendo juntos, então nós devemos
também relaxar ao redor um dos outros, certo?”
Axel: “.......”
Axel deu olhada de lado para a Fuka que durou menos de um
segundo.
Caramia: “...O que é que eu vou fazer com você?”
Caramia: “Me desculpa, Fuka. Ele é uma pessoa reservada por
natureza.”
Fuka: “Oh, tudo bem.”
Fuka: “Ele esta certo, vocês não sabem nada sobre mim. Eu
entendo como o senhor Axel esta se sentindo.”
Caramia: “Senhorita...”
Caramia: “Você é muito mais madura sobre isso do que ALGUMAS
pessoas.”
Axel: “........”
Axel colocou seus cotovelos sobre a mesa e olhou com
determinação para a parede.
Fuka: “Senhor Caramia, hum...”
Caramia: “Não deixe ele te incomodar. Ele é sempre assim.”
Caramia: “Mais importante, nós precisamos discutir nossos
planos para o dia.”
Fuka: “Planos para o dia?”
Caramia: “Sim. Eu estava pensando que Axel e eu devíamos te
mostrar o território de Oz. O que acha?”
Opções:
1- E o senhor Kyrie? (escolhida) ✫
1- E o senhor Kyrie? (escolhida) ✫
2- E se somente você me mostrasse ao redor...
3- Isso soa maravilhoso
Fuka: “O senhor Kyrie não vai se juntar a nós?”
Caramia: “Que, nós não somos o suficiente para você?”
Fuka: “Oh, não. Eu não quis dizer isso.”
Fuka: “Eu estava só me perguntando se senhor Kyrie estava
ocupado.”
Caramia: “Hm, boa pergunta...”
Caramia: “Eu acho....que ele deveria estar ocupado?”
Axel: “...Eu não sei.”
Axel balançou a cabeça suavemente, desviando o olhar.
Fuka: “Você não sabe o que o senhor Kyrie esta fazendo?”
Caramia: “Não, eu sei...eu acho.”
Fuka: “....??”
Caramia: “Ele me
disse quando ele iria fazer e o que ele estaria fazendo, mas pode não ser
necessariamente correto.”
Caramia: “Ele
saiu para caminhar para ‘tomar um ar fresco’ antes, e voltou com um amontoado
de armas novas.”
Axel: “...Kyrie é
um mistério.”
Fuka: “O-Oh.”
Caramia: “Bem,
ele faz muitas coisas pela família nos bastidores.”
♦
(Cenário: cidade
- lojas)
Caramia: “As
áreas cobertas por tijolos vermelhos são nossa parte.”
Caramia: “A rua
principal em frente á mansão é obviamente nossa, mas o resto da região também
é.”
Fuka: “Tudo
isso...”
Fuka parou no
meio da rua e olhou ao redor.
A rua estava
movimentada, e o rosto das pessoas indo e voltando era alegre. Não se via
nenhum homem armado em lugar nenhum. A atmosfera não era muito diferente do
domingo afinal de contas.
Caramia chegou
mais perto dela enquanto retornava as saudações dos habitantes da cidade.
Caramia: “Então,
o que você acha?”
Fuka: “Eu
esperava que fosse assustador. Como se uma briga fosse acontecer a qualquer
momento...”
Fuka: “é muito
mais descontraído e pacífico do que imaginei. Eu acho maravilhoso.”
Caramia: “Haha.
Verdade?”
Ele deu um sorriso
infantil e um tapinha na cabeça dela.
Caramia: “Eu
estou feliz em ouvir você dizer isso. Nós não carregamos armas porque gostamos
de usá-las.”
Caramia: “Nosso
trabalho principal é proteger nosso território dos forasteiros e mediar
brigas.”
Caramia: "É
improvável que você vá ser pega em uma briga dentro do nosso território, então
não se preocupe.”
Fuka: “Okay.”
Axel: “...Com
licença, senhor.”
Axel:
“Considerando a gangue dos lobos. Sua afirmação de que aqui é completamente
seguro não é totalmente verdadeira...”
Caramia: “Oh,
esta certo. Esqueci disso.”
Fuka: “Gangue dos
lobos?”
Caramia: “Caesar
e os outros. O homem que estava te perseguindo, senhorita.”
Fuka:
“Oh...certo.”
Fuka: (Eu esqueci
completamente sobre o senhor Caesar...)
Caramia: “Pelo
que Kyrie me disse, eles vivem na floresta fora dos muros da cidade.”
Caramia: “Eles
são um grupo encrenqueiro que invade outros territórios. Todas famílias são
atormentadas por eles.”
Caramia: “Todos
temos que ficar atentos para outro ataque.”
Fuka: “Okay.”
Caramia acenou
satisfeito e estendeu sua mão para Axel.
Caramia: “Axel,
você tem algum trocado aí com você?”
Axel: “.....?”
Axel tateou ao
redor dos bolsos.
Depois de contar
as moedas que ele achou, ele entregou ao Caramia.
Caramia:
“Obrigado. Fuka, vamos pegar algo para comer. Por conta do Axel.”
Axel: “Que...”
Fuka: “Está tudo
bem?”
Caramia: “Tudo
bem, tudo bem. Não é, Axel?”
Axel: “...Se o
Don comprar algo pra mim também.”
Caramia: “Está
certo, está combinado. Cara, tudo que comi de manhã foi uma laranja. Eu já
estou faminto.”
Caramia: “Tem um
ótimo cachorro quente que fica ali. Vamos lá Fuka.”
Axel franziu a
testa ao observar Caramia e Fuka por
trás enquanto caminhavam pela rua forrada de barracas de comida.
Axel: “...Seu
estômago vazio não é responsabilidade sua? Por que eu tenho que pagar pela sua
comida...?”
Caramia: “Axel,
nós vamos te deixar pra trás.”
Axel:
“Ngh...estou indo.”
♦
(Cenário: praça
da torre)
Caramia: “—Tem
uma pequena boutique de roupas no fim dessa rua.”
Caramia apontou
para um beco com a mão ainda gordurosa de cachorro quente.
Caramia: “Ao
virar a esquina tem um armazém, e depois dele tem uma livraria.”
Caramia: “Você
pode comprar quase qualquer coisa aqui no território de Oz, então acho que você
não ficará desconfortável aqui.”
Caramia: “No
centro da cidade tem a praça da torre. Você pode ver a torre de qualquer parte
da cidade. É um bom ponto de referência.”
♦
(Cenário: parede da torre)
Caramia colocou a
mão na parede da torre e olhou para cima. Fuka seguiu o exemplo e também olhou
para cima.
A torre se
esticava tão alto até o céu que seu topo estava escondido pelas nuvens.
Fuka: “Que torre
enorme...”
Caramia:
“Realmente. Nem mesmo o senhor-sabe-tudo Kyrie sabe o que é isso exatamente. É
um mistério.”
Axel: “—Um rei
vive nela.”
Ela se virou para
olhar Axel atrás dela, mas ele deu um passo a frente e colocou suas mãos na
parede da torre assim como Caramia tinha feito.”
Axel: “Eu ouvi
dizer que o rei desse mundo vive no topo da torre.”
Caramia: “Que?
Você realmente acredita nessa lenda, Axel?”
Axel: “...Tem
algo errado com isso?”
Caramia: “Nah, é
bom sonhar.”
Fuka: “Que
lenda?”
Caramia:
“Supostamente, qualquer um que alcance o topo da torre e encontre o rei terá
qualquer desejo atendido.”
Fuka: “Desejo?”
Caramia: “Sim.
...Mas ninguém sabe como encontrar o rei.”
Axel: “Não há
portas até a torre, somente os nomes das famílias que controlam a cidade e umas
frestas retangulares.”
As frestas que
Axel mencionou estavam além do alcance de Fuka.
O nome das
famílias estavam esculpidos entre os vãos.
Caramia: “Eu não
sei se a lenda é verdadeira ou não, mas essa torre serve como um grande ponto
de referência.”
Caramia puxou
Fuka para perto dele. Ele se inclinou a frente dela para alcançar o nível de
seus olhos e apontou para a estrada de onde eles haviam caminhado para chegar até
ali.
Caramia: “Se
alguma vez você se perder, contanto que você possa usar a torre para achar seu
caminho de volta até essa praça, você consegue voltar para a mansão.”
Caramia: “Você
pode ver daqui. É só seguir a estrada de tijolos vermelhos para voltar.
Simples, né?”
Fuka: “É sim.”
Caramia: “Essa
praça no coração da cidade é um espaço comum, não é controlado por nenhuma
família.”
Caramia: “Se você
precisar ir a outro território, provavelmente é melhor ir por essa região. Não há nenhum lugar para se esconder aqui, então é simbólico dizer que você não tem
más intenções.”
Fuka: “Você já
esteve nas áreas das outras famílias?”
Caramia: “Oh,
Claro. Isso depende de quem você esta falando, mas não é como se nosso
relacionamento com todos fosse conturbado.”
Caramia: “Eu
visito outros territórios para fazer compras ou conversar com as pessoas.
Apesar que, é bem raro eu sair do território de Oz.”
Axel:
“Naturalmente...seus movimentos chamam a atenção.”
Caramia: “Essa é
uma das desvantagens de ser o Don.”
Caramia: “Heidi
tem uma fazenda enorme de gado leiteiro. O queijo que eles fazem é fantástico.”
Caramia: “Já sei,
vou fazer Axel comprar da próxima vez.”
Axel: Porque
eu?...”
Axel: “...Senhor,
esse não é...?”
Caramia: “Hm...?”
♦
(Cenário: praça da torre)
(Cenário: praça da torre)
Caramia: “Olá,
vermelho.”
A pessoa que Axel
tinha visto na multidão era Scarlet, o caporegime da família Grimm.
O manto vermelho
de Scarlet voava enquanto Caramia falava.
Scarlet: “Senhor
Caramia, esta de patrulha?”
Caramia: “Bem,
parte isso, mas em maior parte, nós estamos mostrando a senhorita ao redor do
nosso território.”
Scarlet: Você
estava...”
Fuka: “Olá,
Scarlet.”
Scarlet:
“...Oh.”
Scarlet olhou para Fuka antes de olhar para Caramia.
Scarlet: “Você já explicou as regras para ela?”
Caramia: “Estou em processo de fazer isso agora mesmo.”
Scarlet: “...Oh. Bem, isso é bom.”
Scarlet olhou para Fuka novamente.
Fuka: “C-Claro.”
Scarlet curvou-se para cada um deles antes se virar e
sair.
O rifle nas costas de Scarlet balançava um pouco com cada
passo.
Fuka: “Scarlet é assustador...”
Caramia: “É sim. Isso não é nada.”
Axel: “Scarlet provavelmente é o mais equilibrado de todos
os membros da família Grimm. Os gêmeos são muito mais...cruéis.”
Caramia: “Sim, Hansel e Gretel são bem imprudentes.
Lembre-se de nunca entrar em uma briga com eles.”
Fuka: “E-eu vou me lembrar.”
Axel: “......”
De repente, Fuka percebeu que Axel estava olhando para ela.
Fuka: “O que foi, senhor Axel...?”
Axel: “...Você deve ficar segura enquanto você estiver dentro
do território de Oz.”
Fuka: “Huh?”
Axel: “Estou tentando te dizer que você deve estar segura,
então não há razão para ficar com medo.”
Fuka: “O-Okay...”
Caramia: “Você esta tentando dizer que vai a proteger?
Tentando parecer legal, Huh?”
Axel: “E-Eu não... Eu
só quero dizer que a família está sempre guardando seu território, então...”
Caramia: “Você não é parte da família também, Axel?”
Axel: “...Ngh.”
Axel: “...Nós já terminamos o tour pelo nosso território. Eu
vou voltar aos meus afazeres.”
Fuka: “Senhor Axel...”
Caramia: “Ele só
fugiu porque estava com vergonha.”
Caramia: “Bem, devemos andar um pouco mais? Tem uma ótima
sorveteria aqui perto. Vou te levar até lá.”
Fuka: “Okay.”
**Tela de escolha: escolha Caramia **
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